A Assembleia Nacional angolana aprovou nesta quinta-feira, 9, a resolução que autoriza o Presidente da República a renovar o estado de emergência, em vigor desde 27 de março, como forma de combater a pandemia do novo coronavírus.

A partir da meia-noite de sexta-feira (27 de Março), e durante 15 dias, automaticamente renovaveis, Angola estará em estado de emergência. A medida foi decretada pelo Presidente angolano, João Lourenço, depois de consultas ao Parlamento e ao Conselho de Estado.

Até agora, foram registados 12 postivos, 2 mortos, 2 curados de infeções com o novo coronavírus em Angola, mas, segundo a Comissão Permanente da Assembleia Nacional, a Vulnerabilidade do país à pandemia é grande. Por isso, deu luz verde ao Presidente João Lourenço para decretar o estado de emergência.

O Hospital Divina Providência (HDP), construído no ano 1994, é uma Instituição que pertence à Obra da Divina Providência, Organização não Governamental Nacional vinculada à Igreja Católica, sem fins lucrativos, cujo objecto social é oferecer assistência à população mais carente.
A ONG constituiu-se oficialmente em 28 em Janeiro de 2000, e obteve o reconhecimento do Governo Angolano mediante a publicação no Diário da Republica (III Série – N.º 32 do dia 11/08/2000) do estatuto e da acta constitutiva.
A nossa acção inspira-se no carisma de São João Calábria, padre italiano que viveu entre os séculos XVIII e XIX e que sentiu-se chamado a manifestar ao mundo a Paternidade de Deus e sua Providência no serviço a favor dos mais necessitados, com espírito de dedicação, disponibilidade e responsabilidade.
A Obra da Divina Providência (ODP) está presente em Angola desde 1982 e vem desenvolvendo importantes acções de impacto social, que abrangem o sector da saúde, a instrução, a formação profissional, a atenção às crianças órfãs e abandonadas.
No domínio da saúde, o HDP colabora activamente com o Sistema Nacional de Saúde Pública, sendo Orgão Dependente da Direcção Provincial de Saúde de Luanda.

A rede sanitária do HDP é articulada, pois conta com um conjunto de unidades e sectores diferenciados segundo o tipo de prestação de cuidados de saúde oferecidos. Assim temos unidades vocacionadas para a Atenção Primária (nível primário), uma unidade central de referência com prestações polivalentes (nível secundário), um centro para o tratamento de doenças infecciosas como Tuberculose e SIDA e um centro para o tratamento da malnutrição severa, de forma a dar uma resposta mais completa possível à demanda de assistência sanitária na Área da Saúde de nossa competência.
A estrutura central do Hospital compõe-se, na parte da frente, de um pavilhão de 2.000 m2 que acolhe o Departamento Administrativo, o Sector das Consultas Externas (Ambulatórios) e Especializadas, o Serviço de Admissão e Estatistica Medica e o Arquivo físico dos processos dos pacientes, e o Sector do Diagnóstico e Terapêutico, a Farmácia Interna e a Farmácia Externa, que disponibiliza os medicamentos para os doentes das Consultas Externas. Na parte de trás um pavilhão de 2.100 m2 que está destinado ao Sector de Internamento: Pediatria, Medicina, Doenças Infecciosas e Centro Nutricional Terapêutico.
O Município de Kilamba Kiaxi conta com uma população estimada em 700.000 habitantes, tendo registado nos anos passados maciços fluxos migratórios do interior devido à guerra. O Hospital foi classificado pelo Governo Provincial de Luanda como Hospital Municipal, tendo uma capacidade total de internamento de 147 camas.
Na Unidade Central existem quatro tipologias de internamentos: Pediatria (60 camas), Medicina Geral (40 camas), infecciologia (20 camas), Malnutrição Severa (27 camas), perfazendo um total de 147 camas disponíveis 24/24, 7/7. O atendimento nas Unidades Periféricas é apenas diurno.
Juntamente ao Hospital Municipal de Kilamba Kiaxi, o HDP conta com os serviços sanitários previstos no “Pacote Mínimo de Serviços” contemplado no DL n. 54/03, com particular cuidado aos serviços preventivos e curativos de Atenção Primária, dando assim cobertura à Área de Saúde de competência. Neste contexto, o Hospital faz parte da rede Sanitária do Serviço Nacional de Saúde em força de um acordo operativo assinado com a Direcção Provincial de Saúde de Luanda ao 03 de Fevereiro de 1997.
As acções sanitárias do HDP desde sempre visaram principalmente à Atenção Primária, considerando como ponto estratégico o desenvolvimento de prestações a nível de Centros de Saúde periféricos, nas áreas mais carentes de cuidados médicos.
O HDP conta actualmente com 478 (quatrocentos setenta e oito) funcionários, 223 (duzentos vinte três) a Contrato Privado e 254 (duzentos cinquentas quatro) da Função Publica.

 

Considerando que o Hospital devido as fortes restrições da medida vai passar por necessidades de várias ordens entre elas as mais preocupantes e urgentes são:

1) Falta de material de biosegurança (Mascaras, Luvas, Tocas, Batas descartaveis, Oculos ou proteções para cara, Alcool gel).
2) Comida para pacientes e crianças internadas.
3) Medicamentos e material de consumo.
4) Reagentes de laboratorio e material de consumo.

 

Eis a razão pela qual vimos publicamente através dessa pedir o apoio de todos aqueles que podem ajudar: Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. ou contactando HDP